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Presidente do BRB Anuncia Novos Rumos e Descarta Repetição da Polêmica Estratégia do Master!

2025-03-30

Autor: Fernanda

Presidente do BRB Anuncia Novos Rumos e Descarta Repetição da Polêmica Estratégia do Master!

O presidente do BRB (Banco de Brasília), Paulo Henrique Costa, declarou à Folha que a instituição não irá repetir a estratégia polêmica de venda de CDBs (Certificados de Depósitos Bancários) observada no Banco Master, onde houve intensa utilização da propaganda do FGC (Fundo Garantidor de Crédito).

Essa abordagem, que visando garantir perdas dos clientes até R$ 250 mil, suscitou severas críticas por parte de grandes bancos e atraiu a atenção do Banco Central.

Na última sexta-feira (28), o conselho de administração do BRB aprovou a aquisição de 58% das ações do Banco Master e notificou o mercado através de um fato relevante. Paulo Henrique Costa observa que as futuras taxas e preços do CDB refletirão o perfil de risco e as condições comerciais do novo banco, com expectativa de que sejam bastante semelhantes às taxas praticadas pelo BRB e pelos maiores bancos do Brasil.

Importante notar que, no processo de aquisição, ativos de alto risco foram excluídos do negócio, como precatórios e ações judiciais. Um cálculo inicial indica que esses ativos totalizam aproximadamente R$ 23 bilhões, mas existe potencial para que esse valor cresça.

Costa também rebutou alegações de pressão política em torno da transação e enfatizou que há uma onda de fake news sobre a operação. Ele destacou que essa aquisição representa uma grande oportunidade para o BRB se posicionar como um banco de maior abrangência nacional e uma estratégia que pode ser apenas a primeira de muitas aquisições futuras.

Uma nova era bancária à vista?

O novo conglomerado prudencial que surgirá dessa aquisição será uma união estratégica que combina a atuação de varejo do BRB com a expertise do Master em áreas como câmbio e mercado de capitais. As duas entidades continuarão funcionado de forma independente, cada uma com seu CNPJ, mas o BRB exercerá uma influência significativa na governança do Master, com a indicação da maioria dos diretores.

Um dos pontos mais preocupantes relaivos à operação é a cisão de ativos com perfis de risco elevados, conforme anunciado por Costa. Ele reiterou que todos os ativos que não se alinham ao novo modelo de negócios do BRB serão eliminados da transação, aumentando a segurança e a liquidez do novo conglomerado.

Os CDBs do Master continuarão a ser garantidos pelo FGC, que assegura que os investidores possam ficar tranquilos quanto à segurança dos seus investimentos. Além disso, a união promete o fortalecimento das duas marcas sob um mesmo nome, consolidando assim a marca BRB no mercado.

O futuro é brilhante - ou não?

À medida que o BRB se aproxima da aprovação regulatória da operação, muitos se questionam sobre o impacto efetivo desta nova fase. “Acreditamos que a sinergia entre os dois bancos trará um novo patamar de serviços e segurança para nossos clientes,” promete Costa.

Enquanto isso, o banco continua a passar por auditorias rigorosas para garantir que cada aspecto da fusão está alinhado com as normas e exigências legais.

As notícias sobre o BRB e sua nova trajetória são animadoras, mas é importante que investidores e clientes permaneçam atentos e informados sobre as mudanças que podem impactar diretamente suas decisões financeiras em um cenário ainda incerto e com o cenário econômico desafiador que o Brasil enfrenta. **Fique ligado para mais atualizações!**