Nação

Trump Revoluciona Regras Eleitorais e Elogia Brasil como Modelo a Ser Seguido

2025-03-26

Autor: Matheus

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, causou alvoroço nesta terça-feira, 25 de março de 2025, ao assinar um decreto que transforma as regras eleitorais do país e, surpreendentemente, faz uma ode ao sistema eleitoral brasileiro. A nova medida visa exigir que todos os eleitores comprovem sua cidadania americana, uma ação que reverbera no contexto das constantes alegações de fraudes eleitorais.

O decreto foi impulsionado por uma necessidade de fortalecer a verificação da cidadania dos eleitores, bem como barrar a suposta interferência estrangeira nas eleições norte-americanas. Trump alega que os Estados Unidos estão atrasados em relação a nações como o Brasil e a Índia no que diz respeito à implementação de práticas básicas de segurança eleitoral.

Seguindo as diretrizes do decreto, uma nova Comisssão de Assistência Eleitoral será responsável por exigir prova documental de cidadania americana durante o registro de eleitores. Além disso, agências como o Departamento de Segurança Interna terão que fornecer acesso a bancos de dados federais, para verificar a elegibilidade de quem deseja votar.

O procurador-geral também terá a missão de priorizar investigações relacionadas a votos de não cidadãos, o que adiciona uma camada de complexidade à atual dinâmica eleitoral.

Trump, que em 2020 alegou que sua derrota para Joe Biden foi resultado de fraudes, continua a enfatizar a necessidade de medidas rigorosas para proteger os votos dos cidadãos americanos. No decreto, ele afirmou: “Sem a aplicação adequada das leis federais, a votação ilegal dilui o peso dos votos legítimos.”

ELOGIOS AO BRASIL COMO EXEMPLO

Chocando muitos analistas, o decreto de Trump louvou o Brasil por suas regras eleitorais mais rígidas, que incluem a obrigatoriedade de identificação biométrica. Este tipo de verificação, segundo o presidente, deveria ser um exemplo para os EUA, que atualmente permitem que os eleitores se self-declarem cidadãos sem uma checagem biométrica rigorosa.

O documento observou que, enquanto o Brasil e a Índia vinculam a identidade do eleitor a dados biométricos, os Estados Unidos falham ao se basear apenas em autoafirmações. Essa comparação vem em um momento em que as votações nos EUA são fortemente criticadas, especialmente no que tange à votação pelo correio. Trump citou países como Dinamarca e Suécia, onde a votação pela correspondência é permitida apenas em circunstâncias especiais, um contraste com as regras mais flexíveis vigentes nos Estados Unidos.

Essa mudança na legislação pode gerar um debate acalorado sobre a segurança eleitoral e o acesso ao voto, principalmente entre grupos que já se sentem marginalizados dentro do sistema político americano. Afinal, são os cidadãos comuns que podem sentir o impacto dessas novas regras, mudando completamente a maneira como se relacionam com o processo democrático.